Cobre o justo ou não cobre!

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Quando eu quis ingressar no mercado, aconteceu comigo o que acontece com a maioria dos profissionais iniciantes, uma ansiedade para entrar o mais rápido possível no mercado de trabalho. Muitas vezes o caminho mais óbvio e fácil para forçar esta entrada é a desvalorização do seu próprio trabalho, em outras palavras, cobrar barato. Acontece é que isto alimenta um circulo vicioso e perigoso. Em resumo, cedo ou tarde isso voltará contra você e quando tentar cobrar o justo provavelmente não irá conseguir.

Gostaria de dizer que eu não fiz isso em minha carreira, mas o fiz. Parte porque eu precisava pagar minhas contas, parte por medo de não ser aceito no mercado, e claro, parte por falta de experiência. Me lembro que quando comecei a criar marcas, eu conseguia vende-las por até 2k! Hoje tem profissionais cobrando 5 dólares por 3 versões da marca, e olha que o resultado não é ruim… O que eu quero dizer com isso é que cada vez mais você terá que entregar mais por menos. Um dos meus professores uma certa vez me disse: O desconto é a cocaína do mercado. O cliente uma vez viciado, sempre vai querer mais.

Eu também já recusei trabalhos que o cliente queria aplicar um preço não compatível com o mercado, mesmo precisando do dinheiro. Destes trabalhos que eu recusei, o que soube depois é que o cliente conseguiu um preço ainda mais baixo do que ele mesmo buscava, claro, com qualidade a desejar. Então você pergunta: se eu me recusar a cobrar barato outro profissional irá fazer o trabalho que poderia ser meu? Vai. Está cultura já está impregnada no mercado. Mas o que deixo aqui para você refletir é: valorize-se,
e não deixe que digam o quanto você vale, só quem pode dizer isso é você mesmo.

Ursinhos Carinhosos é o que faz sucesso!

bearsloveMe recordo que eu tinha um amiguinho de escolinha que desenhava os Ursinhos Carinhosos, as meninas passavam o recreio todo correndo atrás dos desenhos dele, ou será que era dele? Enfim, ele era um sucesso! Os meus desenhos eram tipo, olha parece que ele sabe desenhar… Mas porque será que ele não desenha? A verdade é que eu nunca fui de seguir tendências ou copiar personagens famosos, e quando o fazia, eu normalmente colocava estes personagens famosos para lutar contra os meus, seria um tipo de recalque dos Ursinhos Carinhosos? Não…

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Pela minha experiência posso te afirmar, as empresas do entretenimento em geral, precisam muito mais de mão de obra para tarefas corriqueiras do que artistas criativos. Em outras palavras, se você é capaz de replicar um estilo de arte você terá mais oportunidades de trabalho do que criando suas próprias idéias. Criar algo novo não é uma tarefa fácil, e criar algo que agrade ao maior número de pessoas é ainda mais difícil. Até mesmo as grandes empresas como a Ubisoft por exemplo, investem milhões em pesquisas e protótipos que nunca vão chegar a ver a luz do dia.

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Mas Amora e se mesmo assim eu ainda quiser criar ao invés de copiar? A resposta que tenho para você é: será um caminho mais difícil, porém, se você tiver sucesso muito provavelmente você será lembrado para sempre. É isso que você quer? Então siga seu sonho e não copie os Ursinhos Carinhosos.

Cobrei errado!

price.jpgChegar ao valor correto do seu trabalho é algo que exige um pouco mais do que comparação com os concorrentes locais e gastos de produção. É preciso conhecer o seu valor de mercado, o uso do trabalho e o cliente. O seu valor de mercado vai depender de seu currículo e tempo de mercado. O uso do seu trabalho é para saber aonde ele será veiculado e por quanto tempo. Uma palavrinha que aprendi um pouco tarde, “buyout”, que é quando cedemos todos os direitos de uso para o comprador. Se você não assinou nada com o cliente e não deixou isso claro de alguma forma contratual, automaticamente o serviço que você prestou já é considerado buyout, ou seja, é dele para sempre.

Mas por que devo conhecer também o cliente? Isso faz sentido quando você quer tirar proveito de uma negociação. E isto não é errado, afinal estão todos tirando proveito de alguma forma de você e do seu trabalho, coisas do mundo humano. Uma história que me recordo em meu começo de carreira foi quando orcei um trabalho para o BB (Banco do Brasil), era um curta de seus 8 a 12 minutos de animação 3D, eu cobrei 2 mil, que na época era algo muito abaixo do mercado mas bastante suficiente para mim. Meu orçamento foi recusado. Alguns anos depois fiquei amigo do diretor de Marketing do BB, responsável pela contratação dos trabalhos externos. Em um momento oportuno eu perguntei sobre o motivo do meu orçamento ter sido recusado, ele respondeu, o seu portfólio era o melhor mas o seu preço estava barato demais e desconfiaram se você teria capacidade para fazer o trabalho.

Quer saber quais eram os outros valores? 

  • Eu = 2mil
  • A produtora que iria me contratar para fazer o serviço = 6 mil
  • Outro artista = 12mil

Vencedor: Outro artista.

Seguido chegavam orçamento diretos a mim que eram recusados e consequentemente as produtoras que fechavam os negócios me chamavam para fazer o trabalho. Era uma espécie de pacto oculto de mercado. Certa vez em uma destas produtoras cheguei a perguntar o porque de não pegarmos os cliente diretamente já que a agência não estava fazendo nada. Não generalizando, porque tem agências que são verdadeiras guerreiras. Mas a resposta do meu colega foi, porque dai não pegamos mais trabalhos… É uma cadeia alimentar. A agência ganhava 3x, a produtora 2x, eu ganhava meio x quando eu estava com sorte, e a TV, bem a TV ganhava em y e não dava para contabilizar 😉

Foi meu sobrinho quem fez!

sobrinho.jpgDepois de formado eu via oportunidade em todos os lugares, isto por causa dos muitos trabalhos ruins que eu observava no mercado. O fato é que quando se trata de trabalhar para o mercado, os clientes querem de alguma forma participar do resultado, mas as vezes eles exageram e algo sai muito errado… Algumas trabalhos ficam tão ruins que parecem ter sido feitos por algum sobrinho queridinho de alguém. E isso me faz lembrar de uma história do meu velho professor de design gráfico.

Conta ele que um dia foi atender um cliente dono de uma rede de postos de gasolina. Quando perguntou ao cliente qual era sua expectativa ele respondeu: eu queria contemplado todos os serviços do meu posto nesta marca, troca de óleo, calibragem, loja de conveniência, lava rápido, enfim, uma marca que mostre cada serviço que meu posto oferece. Educadamente ele disse: pois não, vou apresentar 3 propostas para você escolher. No dia da apresentação o cliente reprovou todas as propostas e para deixar tudo mais complicado ele tirou um papel do bolso e disse: meu sobrinho fez este desenho e é assim que eu quero. Meu professor educadamente se levantou e disse, eu não posso atender você, passar bem!

Este é apenas um exemplo de cliente, mas fato é que hoje há cada vez mais críticos de arte. Você pode ter a técnica, o talento, o bom gosto, mas no final se você não souber conduzir o trabalho, é possível que o seu trabalho seja feito pelo sobrinho espertinho de alguém. Conduzir o trabalho significa mostrar aquilo que você aprendeu com segurança. Prepare seu discurso, compreenda os termos usados no mercado, comunique-se sem medo, e finalmente conduza o trabalho. Deixar outra pessoa conduzir o seu trabalho é atestar a sua incompetência, e isso certamente será transmitido para o resultado final do trabalho.

 

Raio laser só pagando!

 

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Quando comecei minha carreira profissional meu primeiro emprego foi auxiliar de almoxarifado de obras. Estava mais para servente de obras, pois o serviço era basicamente coletar e entregar as ferramentas para os operários, organizar sacos de cimento e empilhar os tijolos, e com meus 1,87m de altura e cerca de 58 Kg, ou seja uma vara de pescar, força não era muito minha praia.

 
1127694609_0f16d0769cO vento começou a mudar quando um amigo me ofereceu uma oportunidade. Me chamou para trabalhar na empresa em que ele era sócio, era um curso para vestibular muito importante na região e a vaga era para digitador. Como nesta época eu estava conhecendo o universo da informática através do curso de informática básica, resolvi aceitar a proposta. Só para te situar no tempo, o curso ensinava Lotus 123 e Fox Pro algo como o Word e Excel só que para DOS.

1457b552182a8aa.jpgDeve estar pensando, dai com este novo emprego o velho Amora disparou! Na verdade não foi bem assim, eu fui demitido em menos de 1 mês de trabalho quando descobriram que eu usava apenas 3 dedos para digitar… O colega do meu lado, ele sim era profissional! Eu quase não via os dedos dele se mexerem, tipo impressora humana. Além do mais, eu sempre fui péssimo para escrever, erro muito e tenho muita pressa em escrever o que penso, por isso este texto que você lê deve estar repletos de erros apesar de eu ter lido 3 vezes, mas estou me esforçando para melhorar e contar minha história para vocês…

 

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Esse mesmo amigo que me ofereceu um emprego, após minha demissão financiou um curso de 3D para mim. Quando alguém perguntar o que é um amigo para você, saiba diferencia-lo dos colegas de bar que te pagam rodadas e os que realmente querem teu bem. O curso foi rápido, mais essencial para me jogar direto neste universo do entretenimento que estou até hoje.

tenor.gifEra o avó do 3DS MAX, chamava-se 3D R3 para DOS. O ambiente windows 3.1 ainda era algo que estava evoluindo. Me lembro de duas coisas, eu sou muito inquieto, nunca fazia o tal cubo que o professor pedia, sempre tentava de alguma forma colocar minhas idéias mirabolantes para funcionar. E a segunda não menos importante. Quando pedi para o professor me ensinar a fazer um raio-laser em 3D ele me disse prontamente, dai você tem que pagar mais… : /

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aprendendo a continuar…

Hoje quando pinto com tinta acrílica me lembro dos meus primeiros passos quando comecei com o desenho, com a computação gráfica, com a edição de vídeo, com a fotografia, e muitas outras coisas que quis desenvolver. Sabe o que todas eles têm em comum? O desafio de continuar.

Depois de levar alguns tombos, realmente o que te passa na cabeça é desistir. Tu fala, isso não é para mim. Isso é muito difícil. Não tenho capacidade. Mas a verdade é que a maioria das pessoas para nesse degrau, isso mesmo, esse momento é um degrau. Depois deste degrau que tem o tamanho que você quiser, seu conhecimento aumenta, você passa a conhecer outros caminhos.

Uma boa prática além de estudar é buscar histórias de superação, pessoas que te ajudem a seguir em frente, que passaram por estes degraus. Buscar entender que errar faz parte do processo e que é tão importante quanto aprender uma técnica nova.

Mostrar ou não mostrar, eis a questão!

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Dizem que quanto mais tempo você dedicar à obra melhor ela ficará. Eu digo que muitas vezes o erro está em revelar o resultado antes de você ter sua própria segunda e terceira opinião sobre seu trabalho. Pela minha experiência ficar retocando a obra seguramente isso te levará ao erro, ou pior, fará com que você se apaixone pelo trabalho, daí é como mãe que não vê os defeitos do filho. Isso já aconteceu comigo algumas vezes e se eu não cuidar ainda hoje acontece.

Lembro-me de uma vez que me apaixonei… Decidi dar meu primeiro grande passo na direção da pintura conceitual. Criei um robô vermelho em um cenário inteiramente vermelho, um tipo de robô bombeiro. Em meio ao caos uma borboleta pousava em sua mão para dar um toque de esperança, essa borboleta seria vermelha também. Quando terminei, orgulhoso mostrei aos amigos a minha conquista, mas ninguém via a tal da borboleta, e todo o resto do trabalho perdeu a importância. Com argumentos sólidos e com muito, muito esforço, me fizeram ver que uma borboleta azul aumentaria o contraste. Como toda mãe coruja fiquei arrasado de ver meu filho sofrer críticas, mas fiz a alteração sob protesto. Hoje eu não vejo essa pintura de outra forma se não com a borboleta azul.

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Está preparado para mostrar seu trabalho? Então prepare-se, pois as críticas virão. E o meu conselho para você é: planeje-se. Na pintura ou na arte digital tudo começa antes mesmo de você tocar o meio (papel, computador…). Imaginar que técnicas, qual enquadramento, qual material, qual será a iluminação que você usará é o mínimo para que você tenha um progresso consistente. Isso sem dúvida fará você se sentir mais seguro na hora de opinar sobre seu próprio trabalho, e te dará segurança para dizer: este trabalho está terminado!

 

O desenho maluco do maluco que ninguém entendia. 

E aqui estou eu novamente para compartilhar minhas experiências.

Passei um bom tempo estudando pintura desde o último post, o que posso acrescentar de mais importante como dica para este post é, a prática leva eleva suas habilidades.

Testei o componente gloss, afirmo, é um produto realmente incrível, ele deixa a tinta acrílica viscosa e com um tempo de secagem muito maior. Facilita muito os degrades, tanto que dá para ficar brincando com as cores por um bom tempo na tela.

Mas porque mesmo esse post se chama cópia?

Minha primeira cópia das poucas que fiz. Esta é a Morrigan Aensland é uma personagem da série de video game Darkstalkers. Acho que eu tinha em torno dos 18 anos quando a fiz.

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Em minha jornada artística pela vida eu copiei muito pouco. Enquanto meus amigos de escolinha desenhavam os super heróis da nossa época e faziam sucesso com os amiguinhos, eu tinha uma estranha mania de criar os meus próprios personagens desconhecidos que ninguém dava bola. Essa mania de criar me seguiu durante a vida, e foi o que me garantiu uma vaga no mercado de trabalho como artista conceitual. Hoje isso me ajuda na minha atual profissão, criação de jogos.

O desenho maluco do maluco que ninguém entendia. 

Essa maluquice ai debaixo eu fiz quando eu tinha aproximadamente 7 a 8 anos…

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Nesta minha fase de pintar em tela, eu sinto falta do combustível do artista, a apreciação do trabalho. Também conhecido como elevação do ego 😊, isso ajuda muito ao artista a continuar a trabalhar, e nada melhor do que pintar coisas conhecidas para trazer aquele “hóó que bonito!”, “hóó que legal!” Além disso, pintando coisas conhecidas você consegue investir mais em suas habilidades técnicas, já foi feito, é só copiar.

Meus trabalhos mais recentes:

 

Adeus Crt-Z!

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Mais dua telas! E desta vez acrescentei 3 novidades ao meu processo.

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Usei para o fundo uma base que é chamada de Gesso Acrílico, mas não é aquele gesso de parede que conhecemos, este parece uma tinta branca, mas que na verdade dá a base para as outras tintas. Percebi que as cores ficam mais fiéis e mais vibrantes, as misturas diretamente na tela acontecem com mais facilidade.

Outra novidade é que finalmente sai do conjunto de pincéis básicos (Tigre) e agora estou usando dois pincéis sintéticos da Sinoart. Os sintéticos garantem manter o formato por mais tempo, comprovo isso. Mas claro os pincéis Tigres que usei não são referência e preciso de mais tempo para testar, mas adianto, eles trouxeram uma precisão muito superior. Aprendi uma frase com uma senhora da Condor dando aula de pintura em um canal, ela disse, “O pincel é sua ferramenta, não tenha medo de gastar!” “Ferramentas baratas produzem um resultado barato.”

Ao invés da água, estou usando um líquido chamado Medium Acrílico, ele promete retardar a secagem da tinta acrílica, deixando um pouquinho mais parecido com a tinta óleo. Notei que ele cumpre o papel destinado, algumas gotas na tinta em meu godê e ela fica mais fina. Como a água, se quiser alcançar mais transparência é só aumentar a quantidade do medium. Existe o medium gloss que deixa a tinta ainda mais viscosa, esta sim promete deixar a tinta acrílica ainda mais próxima do óleo. Vou testar e depois posto sobre este último!

Sobre as pinturas, foi mais uma grande aula. Foram muitos erros, mas também aprendi bastante. Com medo de cometer um erro irreversível, cheguei a deixar a pintura do gigante parada por dois dias. A do dragão, cheguei a cogitar em amassar e jogar no lixo. Mas isso vai contra o que eu costumo dizer aqui no meu blog. Calma, persistência e disciplina são o combustível para qualquer tarefa. A pintura do dragão foi inspirada em um desenho que fiz quando tinha 15 anos. 🙂 Considero que evolui mais um pouquinho.

Processo:

 

Eu sou designer de som sim senhor! :)

Uma das minhas grandes paixões sempre foi criar músicas. As vezes fazia isto com a boca mesmo, nada do velho clichê cantando no chuveiro eu faço mais a linha beatbox. Eu já tive alguns bons instrumentos como, violão, flauta, umas 3 guitarras e 5 teclados. O meu preferido sempre foi o teclado, mais especificamente os sintetizador, o melhor que cheguei a ter foi um Alesis QS6.1, olha ai em baixo a foto do bichão! Eles trazem recursos sonoros e facilitam a composição mesmo para quem não entende nada de música.

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Se você me perguntar se eu sei tocar algum destes instrumentos prefiro dizer que não sei. Se me pedir para tocar a música de alguma banda vou dar risada e fazer igual ao leão da montanha, saída pela direita. Mas então como diabos ele faz música já que ele não conhece as notas nem toca música de ninguém? A verdade é que eu recorro a beleza e a harmonia dos sons misturado ao meu gosto pessoal e meu conhecimento técnico em som. Tipo poeta que não sabe escrever, conhece algum?

Uma das minhas primeiras trilhas sonoras bem sucedidas e quando digo isso foi aquela que consegui construir do inicio ao fim, foi a que eu fiz para o Monstros vs Robôs, um livro interativo que desenvolvi para iOS e Android que também fiz sem saber programar, verdade, o não saber nunca me segurou por muito tempo. O que mais me incentivou a fazer as músicas foi a falta de opções para se comprar na internet.

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Monsters vs. Robots, my first app/game – 2014

Conheci várias ferramentas eletrônicas como o Fruit Loops e o Reason, mas as ferramentas que uso hoje para compor minhas trilhas vão desde o Audacity (ferramenta de edição de som gratuita), Meu amado Garage Band, Apps diversos no meu iPad e meu controlador midi que uso para compor a melodia central. Depois que me acostumei com o processo e com estas ferramentas não parei mais de compor e hoje produzo músicas para praticamente todos os jogos que faço.

Mas e as influências? Eu vou te dizer que gosto de todos os bons sons, aqueles com harmonia, não ligo muito se é pop, rock, metal, clássica, sertanejo, techno, rap, funk… É só não esquecer da palavra harmonia que tá tudo bem!  E na hora de compor aquele bom e velho silêncio é sempre bem vindo!

Cadê as músicas??? Taqui ô, alguma tá?!:

Comenta ai e me diz o que achou, só não vem com aquelas frases, como músico você é um ótimo ilustrador hehehe. Dai vou ter que te dizer que quando comecei a ilustrar eu também não sabia ilustrar, não conta pra ninguém em!